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O que é a Osteopatia?
A osteopatia é um método manual e natural, que tem por objectivo restabelecer a mobilidade perdida e dar equilíbrio ao sistema musculo-esquelético, visceral e sacro-craniana, mantendo a elasticidade dos tecidos conectivos em todos os seus sistemas e funções, esforços intensos, debilidade física, sedentarismo, stress, etc., através de várias técnicas manipulativas, suaves e especificas, actuando na unidade corporal do paciente, utilizadas em casos de dor e/ou desequilíbrio da coluna vertebral, articulações, músculos, tendões, ligamentos, ossos e vísceras, com técnicas muito exactas, que requerem por parte do Osteopata um conhecimento profundo de anatomia, fisiologia e funções do corpo humano, como sensibilidade manual, habilidade e experiência profissional.
Origem da Osteopatia:
Foi o Doutor Norte Americano Andrew Taylor Still, pai da Osteopatia que fundou em 1892 a American School Of Osteophaty em KirksVille - Missouri. Still evidenciou as inter-relações que existem de uma parte entre o Sistema Músculo-esquelético e os outros Sistemas Orgânicos e por outra parte, entre a mobilidade, liberdade dos ditos Sistemas e a Saúde em geral. A Osteopatia considera o indivíduo na sua globalidade, ou seja, um orgão único indivisível.
A Osteopatia Moderna:
A Osteopatia dos nossos dias contam com uma grande evolução, embora os princípios sejam os mesmos que o Dr. A.T.Still definiu como globalidade. Simplesmente como tudo nos tempos modernos, a Osteopatia tenta evoluir no bom sentido, isto é, foram então descobertas novas técnicas, novos métodos e critérios, dado que a Osteopatia não está limitada apenas nos Estados Unidos da América, onde nasceu, mas também é praticada em quase todos os países do mundo, sobretudo na Europa a Osteopatia revelou-se como uma das práticas de medicina de grande prestigio e eficácia para os seus utentes, dado que em alguns países da Europa, cerca de 80 % da população, recorre a esta medicina, não sendo por mera coincidência, mas sim pelos resultados positivos que nela se encontram. Isto significa que esta medicina tem e continuará a ter cada vez mais um grande futuro á sua frente.
A Nossa Estrutura Corporal:
A postura de pé, que mantém o ser humano, predispõe-nos a sofrer problemas estruturais pela pressão que exerce sobre nós, a gravidade especialmente na coluna e nos discos inter-vertebrais, que actuam como amortecedores. Se a isto acrescentarmos as más posturas, o modo de vida moderno e o stress, há probabilidade de desenvolver outros problemas mecânicos muito graves. São precisamente estes problemas os que tratamos com a Osteopatia e com grande eficácia, mas no seu campo de acção, não só a coluna vertebral, como também a estrutura corporal: articulações, ligamentos, tendões, músculos, assim como vários orgãos e vísceras.
As indicações Osteopáticas:
Desde a nascença até ao fim da vida todo o ser humano pode beneficiar de um tratamento osteopático. Como a osteopatia permite restabelecer a função, e que ela pode agir no objectivo de curar, mais ainda na prevenção, as indicações de um tratamento osteopático são muito vastas.
De um modo geral, a osteopatia está indicada nos seguintes casos:
- Problemas ligados á nascença: deformação do crânio, perturbações do sono, refluxos, nervosismo, otites, rino-faringite, asma, certos problemas neurológicos…
- Problemas ligados ao crescimento (escoliose, cifose, …), aos diversos traumatismos e á puberdade.
- Problemas de coluna vertebral (ciática, lumbago, torcicolo, hérnias discais), insónia, dores de cabeça, entorse, asma…
- Problemas viscerais: genitais (incontinência urinária, …), colites, etc…
Damos aqui uma lista de "patologias" que podem ser tratados pela osteopatia. (esta lista não é de forma alguma exaustiva).
Numerosas patologias podem ser objecto de tratamentos osteopáticos, como por exemplo:
- Dores de cabeça;
- Náuseas;
- Vómitos;
- Zumbidos nos ouvidos (acoufenos);
- Dores e alguns problemas oculares;
- Torcicolo;
- Dores cervicais, ombros, braços (periartrite);
- Formigueiros nas mãos;
- Dorsalgia aguda, crónica;
- Dores inter-costais, lumbago, ciática, hérnias discais;
- Cruralgia:
- Problemas de origem traumática frequentes;
- Acidentes de viação, "golpe de coelho" e todos os outros tipos;
- Acidentes desportivos: entorses: cotovelo, pulso, e dedos, joelhos, tornozelos e pé;
- Após operações cirúrgicas;
- Rigidez articular;
- Recuperação funcional;
- Certas manifestações ORL: sinosite, otite, dores de cabeça e zumbidos nos ouvidos "acoufenes", vertigens;
- Asma;
- Bronquites;
- Tosse;
- Certas manifestações digestivas: refluxo gástricos, queimaduras de estomago, digestão lenta (dispepsia), flatulências, trânsito intestinal - Obstipação, diarreia - hérnia hiatal;
- Certas manifestações genitais: Homens - certos problemas de potência, Mulheres - problemas de menstruação (menstruações dolorosas, e irregulares, e amonorreia, etc….) e Certas infecundações;
- Relações dolorosas (dispaneuria);
- Certos problemas na bexiga: infeções urinárias, incontinências urinárias no esforço;
- Muitos dos problemas na mulher grávida: seguimento da gravidez, ajuda ao parto, seguido do pós-parto por uma recuperação rápida das diferentes funções;
- Recém-nascidos: problemas ligados á nascença: problemas de sono, de agitação, de nervosismo, problemas neurológicos, certas paralisias neonatales estrabismo, regurgitações, falsos routos, asma, bronquite, cólicas, deformações do - Crânio (fórceps, ventosas), nos recém-nascidos a técnica utilizada é uma técnica craniana, (esta é também muitas vezes utilizada para adultos);
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